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ESFINGE



Estar no que parece

Perecendo na loucura

O amor, impotência de quem procura

A si mesmo no que se esquece


Reflexo de imune doçura

Do ser que devorando ilude

Decifra o íntimo que mais lhe aturde

Impele um doce desvelo


Esfinge indecifrável que contempla

um grande deleite

Ilude a quem nela se espelha

Devora ao que nela se inflama

Pela paixão, impotência de quem ama

Suas asas, suas garras, seu apelo.






 
 
 

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